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Micropaisagem

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17
Out17

Filiação

E continuo com eles a mandar, políticos de quem não é fácil dizer bem quando chegam as dificuldades fora do jogo parlamentar/partidário. Ou seja, quando factos tramados e a vida, ou morte, dos cidadãos se impõe na agenda.

Assisto à performance de um secretário de estado a dizer que as pessoas têm de ser mais proactivas (não esperar pelos bombeiros para combater os fogos) quando houve mortes de gente por causa dessa iniciativa em defender das chamas o que era seu.

Ouiço uma ministra dizer que se fosse demitida, ao menos, iria ter as férias que não pôde gozar devido aos incêndios. Isto, quando o seu primeiro-ministro estava de férias enquanto acontecia Pedrogão Grande.

Registo, quem me dera que incrédulo, as palavras de um primeiro-ministro a dizer ao país que nos devemos habituar a estes cenários e a assegurar-nos que este tipo de calamidades irá acontecer mais vezes.

Fico desanimado quando é evidente que não há homens e mulheres de valor a comandar os destinos do meu país. Não só Costa, mas também Passos, com as reformas que não se atreveu a fazer. E antes dele Sócrates, o criminoso, Santana, o medíocre, Barroso, o desertor e Guterres, o cobarde. Mais para trás, não tenho nada para dizer. Foi com Guterres e o seu pântano que comecei a acompanhar.

A parte positiva de isto tudo é ter-me trazido a necessidade de participar na política.

Filiei-me hoje, pela primeira vez, num partido. É uma sensação muito curiosa.

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